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Após aprovação no Senado, lei de proteção a jornalistas passa na Câmara dos Deputados do México, mas organizações estão receosas




Após o recente assassinato da jornalistas mexicana Regina Martínez, da revista Proceso; a Câmara dos Deputados do México aprovou, por unanimidade, a Lei de Proteção a Defensores dos Direitos Humanos e Jornalistas, no dia 30 de abril, informou a CNN México. O Senado já havia votado a favor da lei, que obriga o governo mexicano a proteger repórteres ameaçados. Agora, é preciso que o presidente a sancione, para que entre em vigor.

A nova lei foi celebrada pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, informou a Radio Fórmula. No entanto, a organização Artículo 19 destacou tratar-se de uma reação à violência no México e uma medida que reitera os mecanismos já existentes, sem atacar a impunidade.

Embora a investigação não tenha identificado os motivos nem os responsáveis pelo crime, organizações jornalísticas suspeitam que o assassinato de Regina Martínez esteja ligado ao seu trabalho como jornalista, explicou o jornal El Economista. “Na véspera de sua morte, a jornalista publicou uma matéria sobre a prisão de nove policiais suspeitos de ligação com o narcotráfico. Por isso, a pista profissional deve ser considerada de forma prioritária”, acrescentou a Repórteres Sem Fronteiras.

O Comitê de Proteção dos Jornalistas (CPJ), com sede em Nueva York, ressalta que, uma semana antes do assassinato, a jornalistas assinou matérias sobre o crime organizado.



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